Vendas diretas X digitalização do varejo

Estudo mostra que sistema porta a porta crescerá 11,5% mundialmente até 2021, sendo impulsionado principalmente por países como o Brasil, com diversificação de tipos de produtos!

O crescimento do e-commerce, ao contrário do que muitos podem pensar, não está prejudicando o crescimento das vendas diretas – também conhecidas com porta a porta. Muito pelo contrário. O tradicional modelo de distribuição olho no olho tem crescido tanto em número de vendedores e novos clientes quanto em diversificação de categorias de produtos.

Varejo sem fronteiras

Ainda há espaço para o comércio porta a porta

Segundo cálculos da Associação Brasileira das Empresas de Vendas Diretas, o Brasil assumiu a sexta posição no ranking do segmento, atrás apenas de Japão, Alemanha, Coreia do Sul, China e Estados Unidos. No ano passado, estima-se que o setor tenha movimentado mais de R$ 48 bilhões, superior aos R$ 45,2 bilhões contabilizados em 2017, e promoveu 4,1 milhões de empreendedores ativos. 

“Em tempos de desemprego recorde e baixo crescimento econômico, empreender no mercado porta a porta é um caminho natural para quem tem alguma experiência com vendas”, afirma a economista Priscilla Mituzaki, especialista em finanças e empreendedorismo da Universidade de Guarulhos (UnG). “A tendência é que o segmento cresça ainda mais em um cenário de mudanças das relações trabalhistas e mudanças nas regras para o setor público.”

De acordo com a Abevd, embora o mercado seja alimentado pela informalidade, o setor se consolidou também como importante fonte de arrecadação de impostos. A entidade estima que cada R$ 1 milhão investidos em vendas diretas gere o recolhimento de aproximadamente R$ 415 mil em impostos, em um modelo de economia que mobiliza diferentes classes sociais em todas as regiões do país. Como comparação, essa arrecadação é de aproximadamente R$ 350 mil na indústria.

Relatório da consultoria global Direct Selling and Communities in the Internet Age destaca o crescimento das vendas diretas mesmo com o boom do e-commerce. De acordo com o estudo, as vendas diretas crescerão 11,5% globalmente até 2021, sendo impulsionadas pelas regiões emergentes, inclusive o Brasil.

Já dados da Euromonitor International indicam que os maiores crescimentos nos próximos anos virão do Oriente Médio e da África (7% de crescimento médio por ano), Ásia (3%) e América Latina (2,5%). Nesse contexto, o Brasil ocupa posição de destaque no segmento, sendo responsável por 5% do faturamento mundial.

“Há uma correlação positiva entre os países emergentes e o tamanho e crescimento das vendas diretas. Vendas diretas são uma fonte de renda extra para os indivíduos nessas comunidades e também um canal para produtos básicos”, disse, em relatório sobre o tema, o economista Tim Barret, ex-analista sênior de varejo na Euromonitor International e atual diretor de pesquisas da consultoria Alix Partners, em Chicago.

Em sua análise, as empresas que operam por venda direta precisam se adaptar à revolução da internet, à medida que as novas gerações se tornam mais interessadas em realizar suas compras on-line e mais céticas em relação às marcas tradicionais. “As empresas têm o poder de mudar vidas e a venda direta procura explorar esse potencial por meio de um modelo de negócios centrado na rede de contatos”, diz o relatório.

As vendas porta a porta, que, durante décadas, se tornaram conhecidas pela oferta de cosméticos, perfumaria, leite fermentado e bijuterias, têm expandido seus horizontes com produtos menos convencionais. Exemplo disso é a multinacional alemã Pro-Aqua, que opera em 40 países e está apostando no mercado brasileiro com novidades como o Vivenso, um smartcleaner que promete substituir os aspiradores de pó tradicionais.

“A venda direta é uma excelente opção para empreender sem investir muito alto, já que não há necessidade de um estabelecimento comercial fixo, eliminando, assim, vários custos, como aluguel e, consequentemente, energia e impostos”, diz o CEO da empresa, Gerson Marçal.

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